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  • 12/07/2010
    Psiquiatra compara ambiente de trabalho e campos de concentração
    Andréa Ono-Seeb Bragança
     
    “Quem trabalhava nos campos de concentração trabalhava exclusivamente para morrer e não é diferente com bancários, professores e médicos”, afirma
    “O gás seria o acúmulo de trabalho, a pressão pelo cumprimento de metas?”, questionou o médico psiquiatra Claudionor Picarelli durante a palestra “O impacto da pressão por metas sobre a saúde do trabalhador”, promovida no último dia 8 pelo Sindicato dos Bancários de Bragança Paulista e Região. Picarelli comparou a situação vivida por muitos trabalhadores a uma caminhada rumo ao extermínio nos campos de concentração, durante a Segunda Guerra Mundial.

    “O trabalho, que deveria ser para viver, passa a ser um processo de morte, como num campo de concentração. Como não enlouquecer diante das pressões do trabalho? Porque a capacidade de se superar é infinita, mas cada um tem um limite. A desumanidade cometida contra muitos trabalhadores não é igual, mas correlata ao que aconteceu com os judeus. Para o opressor, não importa se ficamos doentes, porque há muitos esperando pela nossa vaga. Talvez adoeçamos, porque nos permitimos adoecer. Será que vale a pena”, afirmou.

    De acordo com ele, a noção de que o trabalho enobrece só teria significado se houvesse justiça nesta relação, mas da forma com que é conduzido o processo nos dias de hoje (com exploração intensa), só serve para enriquecer uma classe, que não é a trabalhadora.

    “Quem trabalhava nos campos de concentração trabalhava exclusivamente para morrer e não é diferente com bancários, professores e médicos. Será que este tipo de castigo no campo é diferente do que vive aquele que fica digitando. Para muitos profissionais do INSS, muitas queixas são bobagem, fingimento...Será que isso mesmo? De acordo com Ministério da Saúde, de 95 a 2006, 181 bancários cometeram suicídio”, continuou, lembrando que somente a organização pode mudar o quadro.

    ‘Eu tentaria juntar as pessoas, organizar internamente. Sem essa posição de grupo, é impossível acabar com esses abusos. E se eu chegasse até o limite, eu mudaria, eu ia fazer outra coisa”, concluiu.

    MENOS
    “Há 10 anos, éramos mais de 1 milhão de bancários. Hoje, somos 420 mil. Hoje, seis bancos tomam conta do mercado. Há três anos, o maior problema era LER/DORT. Hoje, os maiores problemas estão relacionados à psiquiatria. Antes, procurávamos ioga. Hoje, hospitais. Além disso, vem as demissões, causadas pelas fusões e automação. Quem segura as pessoas na porta, seleciona para direcionar para fora das agências, infelizmente, está contribuindo para que a categoria diminua. Temos que tomar a dianteira, porque os bancos não vão fazer isso”, contou Sérgio Preto, presidente do Sindicato.

    “A gente veste a camisa. Dá a vida pela empresa. E se empresa falir, qual camisa vou vestir? Camisa de força?”, finalizou um bancário, analisando que é preciso compreender que o banco, como trabalho e fonte de renda é que deve ser encaixar na vida dos empregados e não o contrário.
    Andréa Ono-Seeb Bragança

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